Tão desigual..."!
A Arte das Letras.
Aqui você irá encontrar a arte das letras em poesias, crônicas e afins.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
REFLEXÃO
Se o tempo existe é porque o fazemos existir. O relógio marca as horas e lhe somos fiéis quando necessário, infiéis e prolixos quando nos convém.
POBRE GENTE
À espera do quê?
Nichos avolumados
de mentes vagantes que
se consomem em círculos,
à espera do quê?
Consumismo midiático,
sem alternativas de caminho,
de momentos de parecer lúdico
que mata lento...
e o tempo marca as marcas
em breve tempo.
Às favas, a solução.
Às favas o antídoto
a mentes doentes sem forças.
Às favas a dor da dependência
que arrasta uma população,
embriagada de alucinógenos
que permitem não ver a realidade
vil, aos olhos.
Abandono ou depreciação de uma sociedade,
mendicante quem sabe, de um olhar que a traga
para a sua realidade?
Nichos avolumados
de mentes vagantes que
se consomem em círculos,
à espera do quê?
Consumismo midiático,
sem alternativas de caminho,
de momentos de parecer lúdico
que mata lento...
e o tempo marca as marcas
em breve tempo.
Às favas, a solução.
Às favas o antídoto
a mentes doentes sem forças.
Às favas a dor da dependência
que arrasta uma população,
embriagada de alucinógenos
que permitem não ver a realidade
vil, aos olhos.
Abandono ou depreciação de uma sociedade,
mendicante quem sabe, de um olhar que a traga
para a sua realidade?
domingo, 2 de julho de 2017
FELICIDADE
Sem definição
Sentir-se pleno
Procura incessante,
Próxima,
Amar-se!
Vagar a procura?
Irreal, errático.
Aconchego de si
Interno e eterno ninho.
sábado, 24 de outubro de 2015
INVERNO
Nada além do frio, acalorado, que entra pela janela da minúscula sala em que me encontro. De frente à Baia, sentada no meu computador, visualiso parte dos mastros dos barcos de passeio e copas dos sombreros da orla da Urca. A persiana emite um ruido característico ao da minha infância,na hora da sesta, da terra onde eu nasci. Retorno, a saudade bate fundo e uma melancolia me invade. Posso ouvir e ver os bezerros recém-nascidos berrando querendo leite e dando piruetas pelo gramado junto às galinhas que mamãe criava. O silêncio no casarão se fazia absoluto. A sesta, hora sagrada para os imigrantes italianos, era um dever necessário, de todos os dias. Depois, um aroma de café adentrava pelos cômodos e salas, indício de reiniciar a labuta à terra.
Mas, aqui isso é irrelevante e desconhecido, neste mundo moderno cheio de frescuras e falta de sabedoria empírica. Lá fora, ouço gritos e falatórios dos estudantes, quase impossível ignorar e não atrapalhar. Aguardam em calorosos ânimos o momento, de ser liberados, à entrada na guarita do Forte de São João, rumo à Escola
RETOMADA DEFINITIVA
"Na caverna dos sentidos o tempo se encarregou de decidir mostrar, escrever, ler e/ou deixar a insegurança e a timidez de lado e gritar ao mundo com as minhas modestas letras a figuração humana, os delírios da terra para dar seguimento a vida."
Minha filha é ninja
Ela é incrivelmente ninja. Ela arrumou meu fuso. Saí do pacífico e cheguei a São Paulo. Vivas à minha filha, Pepeninho!!! Viva!!
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